Jejum Intermitente Roberto Alencar

Por que as Indústrias Farmacêuticas Odeiam o Jejum Intermitente?

Caros leitores, espero que esteja tudo bem com vocês e que fiquem melhores ainda após absorverem o conteúdo deste interessante artigo sobre este assunto velado propositadamente pela grande mídia, por vários médicos e principalmente pelas Indústrias Farmacêuticas que não querem criar remédios para curar e sim para faturarem em cima daqueles que não buscam se informar. Veremos neste artigo por que as Indústrias Farmacêuticas odeiam o Jejum Intermitente.

Por que as Indústrias Farmacêuticas Odeiam o Jejum Intermitente?

Se você quiser se aprofundar mais sobre o que as Indústrias Farmacêuticas promovem na obscuridade sugiro que leia este excelente livro: Medicamentos Mortais e Crime Organizado onde Peter Gotzsche expõe a indústria farmacêutica e seus comportamentos fraudulentos tanto na pesquisa como no marketing, em que o desrespeito moralmente repugnante por vidas humanas é a norma. Sempre se utilizando de provas, Medicamentos mortais e crime organizado aborda uma falha geral do Sistema, que precisa de reformas radicais urgentes. Vale muito a pena ler.

Voltando ao assunto vamos falar sobre o tema deste artigo: Por que as Indústrias Farmacêuticas odeiam o Jejum Intermitente.

Mark Mattson atual chefe do Laboratório de Neurociência do Instituto Nacional de Envelhecimento e também professor de neurociência na Universidade Johns Hopkins, um dos mais respeitados pesquisadores na área de mecanismos moleculares e celulares para desordens neurodegenerativas palestrou no TEDx e afirmou que o jejum faz coisas boas para o cérebro.

Por que as Indústrias Farmacêuticas Odeiam o Jejum Intermitente?

 Descubra Como Emagrecer Comendo de Forma Natural Com A Dieta Low-Carb

Várias e várias pesquisas publicadas pelas indústrias farmacêuticas nos anos recentes demonstram incontáveis exemplos de manipulação. Segundo Arnold Symour Relman professor de medicina em Harvard a profissão médica foi comprada pela indústria farmacêutica. Já o editor chefe da revista The Lancet Dr. Richard Horton, afirma que muito da literatura científica publicada hoje é mentira. Outra que se manifestou sobre o assunto foi a Dra. Marcia Angell, antiga editora chefe da New England Journal of Medicine. Ela afirma que “a indústria farmacêutica gosta de se mostrar como uma indústria baseada em pesquisas, como a fonte de drogas inovadoras. Nada poderia ser mais longe da verdade.”

O epidemiologista John Loannidis da escola de medicina da Universidade de Stanford publicou um artigo que vale a pena conferir intitulado… “Porque a maioria dos achados de pesquisas publicadas são falsos”.

É revelador o comentário que Dr. Mark Mattson fez em sua palestra sobre o jejum e os benefícios para o cérebro.

“Porque a dieta normalmente são três refeições diárias mais lanches? Não é porque esse método seja o padrão mais saudável de se alimentar, pois atualmente existem várias evidências demonstrando isso, mas porque existe uma grande pressão para que esse padrão de alimentação seja assim, afinal trata-se de muitos dólares envolvidos.

A indústria alimentícia irá faturar em cima de pessoas que pulam o café da manhã, como eu fiz hoje? Não, ela não irá ganhar dinheiro. Se as pessoas jejuarem, a indústria alimentícia deixa de ganhar dinheiro.

E é mesma situação para a indústria farmacêutica. Se as pessoas começarem a fazer pequenos jejuns, se praticarem exercícios regularmente e hábitos saudáveis a indústria farmacêutica não vai fazer dinheiro com pessoas saudáveis. Entende.

Mark e sua equipe já publicaram dezenas e dezenas de artigos que discutem como praticar o jejum 2 vezes / semana pode limitar muito o risco de desenvolver doenças como Parkinson e Alzheimer:

  • Cérebros normais, quando superalimentados, podem experimentar outro tipo de excitação descontrolada, impedindo (ou limitando) o pleno e sano funcionamento cerebral.”
  • Algumas crianças também se beneficiaram de uma dieta bem específica com muita gordura e pouco carboidrato.
  • Crianças que sofrem de epilepsia tem menos episódios quando são colocadas em dietas de restrição calórica ou jejuns.
  • Acredita-se que o jejum ajuda a iniciar medidas protetivas que ajudam a contrabalançar os sinais superexcitados que os cérebros epiléticos muitas vezes exibem.
  • Cérebros normais, quando superalimentados, podem experimentar outro tipo de excitação descontrolada, impedindo (ou limitando) o pleno e sano funcionamento cerebral.”
  • “Já são bem conhecidas as mudanças que a dieta provoca em nosso cérebro.

Essencialmente quando você olha para estudos sobre restrição calórica, muitos deles mostram um tempo de vida prolongado assim como uma habilidade aumentada de lutar contra doenças crônicas.

“A restrição calórica aumenta o tempo de vida e retarda doenças crônicas relacionadas a idade em muitas espécies, como ratos, camundongos, peixes, moscas, minhocas e leveduras. O mecanismo ou mecanismos pelo qual isso ocorre é desconhecido”

A frase acima é retirada de uma revisão da literatura que tem mais de 10 anos.

O jejum promove coisas boas ao cérebro, e isso fica evidente pelas mudanças neuroquímicas benéficas que acontecem no cérebro quando em jejum. O jejum também aumenta a função cognitiva, fatores neurotróficos, resistência ao dano e reduz a inflamação.

O jejum é um desafio para o cérebro

Para o cérebro, que responde a esse desafio adaptando, vias de resposta ao dano, que irão ajudar o seu cérebro a lidar MELHOR (ou de outra forma) com o dano e o risco de doenças.

 

As mesmas mudanças que ocorrem no cérebro durante o jejum imitam as mudanças que ocorrem com exercício regular, pois ambas fazem crescer a produção de fatores neurotróficos que promovem o crescimento de neurônios, a conexão entre eles e a força das sinapses.

“Desafios para o cérebro, seja por jejum intermitente ou exercício vigoroso… é um desafio cognitivo.

Quando isso acontece circuitos neurais são ativados, níveis de fatores neurotróficos aumentam, e promovem o crescimento de neurônios como também a formação e fortalecimento das sinapses”

  • Pelo aumento do número de mitocôndrias nos neurônios, a habilidade dos neurônios de formar e manter as conexões entre eles também aumentam, melhorando o aprendizado e a memória.
  • Ele também menciona a produção de cetonas e que isso poderia aumentar o número de mitocôndrias nos neurônios.
  • O jejum aumenta o número de mitocôndrias nas células nervosas; isso é um resultado dos neurônios se adaptando ao dano pelo jejum (pela produção de mais mitocôndrias).
  • “O jejum intermitente aumenta a habilidade das células nervosas de reparar DNA.”
  • O jejum também ajuda estimular a produção de novas células nervosas de células tronco no hipocampo.

 Descubra Como Emagrecer Comendo de Forma Natural Com A Dieta Low-Carb

O que muita gente não sabe é que nossos ancestrais se adaptaram e foram selecionados para passar longos períodos de tempo sem comer, ou seja, eram praticantes assíduos de jejum intermitente. Um estudo publicado na revista Cell Stem Cell por pesquisadores da Universidade do Sul da Califórnia, mostrou que ciclos de jejum prolongado protegem contra danos no sistema imune e, mais ainda, induz a regeneração do sistema imune.

O estudo concluiu que o jejum altera as células tronco do estado dormente para o estado de auto-renovação. Ele ativa a regeneração baseada em células tronco de um órgão ou sistema.

Pesquisas clínicas em humanos foram realizadas usando pacientes que recebiam quimioterapia. E, por longos períodos de tempo, os pacientes não comiam, o que reduziu as células de defesa.

Em camundongos, ciclos de jejum “ligaram a regeneração, mudando as vias de sinalização das células tronco hematopoéticas, que são responsáveis pela geração do sistema sanguíneo e imune.”

Tudo isso quer dizer que o jejum elimina as células imunes velhas e danificadas, e quando o organismo reinicia, ele utiliza as células tronco para produzir células novinhas, completamente saudáveis.

“Nós não poderíamos prever que o jejum prolongado poderia ter um efeito tão impressionante na promoção de regeneração baseada em célula tronco do sistema hematopoético. Quando você passa fome, o sistema tenta poupar energia, e uma das coisas que você pode fazer para poupar energia é reciclar muitas células imunes que não são necessárias. Especialmente aquelas que estão danificadas. Nós começamos a notar em humanos e animais que as células de defesa diminuem no jejum prolongado. Quando você é realimentado, as células retornam”.

 

Uma revisão de vários estudos sobre jejum foi publicada no The American Journal of Clinical Nutrition em 2007. Foi examinado estudos em humanos e animais e chegaram a conclusão que o jejum é uma maneira efetiva de diminuir o risco de doenças cardiovasculares e câncer. Também mostrou grande potencial em tratar a diabetes.

Acredito que ficou muito claro e evidente os reais benefícios do jejum intermitente e por que as Indústrias Farmacêuticas odeiam a disseminação desse conhecimento cientifico que pode libertar muita gente das garras tanto das Indústrias Farmacêuticas quanta das Indústrias Alimentícias.

Se você deseja iniciar o jejum intermitente lembre-se que este artigo não substitui um acompanhamento profissional, nunca deixe de se orientar com um médico, nutricionista e educador físico de sua confiança. Ok.

Para conhecer os 5 Protocolos mais conhecidos do Jejum Intermitente e como fazer clique aqui.

Afinal Jejum Intermitente faz perder massa magra?

Descubra Como Emagrecer Comendo de Forma Natural Com A Dieta Low-Carb 

Compartilhe com seus amigos nas suas redes sociais 

Por que as Indústrias Farmacêuticas Odeiam o Jejum Intermitente?
Rate this post

Sobre o autor | Website

Para enviar seu comentário, preencha os campos abaixo:

Deixe um comentário.

Seja o primeiro a comentar!

Por gentileza, se deseja alterar o arquivo do rodapé,
entre em contato com o suporte.